Segunda-feira, Maio 30, 2005
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mo
ram
oram
oramo
ramor
amoram
oramora
Postado por HÉLIO SALES, em 6:49 PM
Sexta-feira, Maio 27, 2005
A tarde é calma. Meu pensamento, antes desconexo e falho, é calmo como as árvores que vejo pela janela desta tarde. Penso com nostalgia no amanhã, que não será como era em meus pensamentos sobre o futuro. E isso não mais machuca. Tive medo quando meu amanhã desmoronou: surtei, calculei, desesperei e agi. Vi então que o amanhã pode ser até bem diferente do que eu esperava, mas que pode continuar sendo um bom dia. Ou ótimo dia, ou péssimo dia, ou mesmo dia, depende de mim. E só de mim. Em pouco tempo o amanhã será agora e este agora fruto do que plantei. Tenho plantado coisas boas. Tenho tido calma e parcimônia, agindo com essa mesma calma que tomou também esta tarde. Já entendi que tudo passa, já descobri que nunca estarei sozinho no mundo, que meu estoque de auto-estima estava baixo e conserto as coisas com suavidade. Com simplicidade. Com doçura. Amanhã - disso já tive provas - não serei amargo como fui por breves momentos quando meu futuro desmoronou. Amanhã eu serei alegre, como fui ontem, como sou hoje, como não fui em alguns ontens, agindo inconseqüentemente. E talvez eu seja calmo, e calmo de uma maneira que nunca fui. Calmo, quem sabe, como esta tarde de hoje que parece me pedir que a leve comigo. Mas sem nostalgia.
Postado por HÉLIO SALES, em 11:22 PM